sexta-feira, 14 de maio de 2010

O dia

Sexta,
quinto dia, pois, já não é sóbria.

Da pressa em terminar o trabalho,
ao futuro breve de dois dias,
ou ilusão de liberdade,
que se sente dentro de garrafas alcoólicas,
e talvez cositas más...
em que se cria a inebriante ilusão de liberdade,
o prelúdio da dor-de-cabeça do sábado,
e o prejuízo moral de domingo,
registrado em fotos inesquecíveis,
e falas impróprias com razão esquecidas.


Sexta de restaurantes, bares, festas, motéis,
risos, abraços, beijos e boas histórias.
E quando não há história,
a ressaca de sábado é pior!


Não há cansaço,
apenas um desejo por vida,
de sorver cada momento
porque a vida é curta.
A vida se concentra em dois dias por semana,
e após a vida,
nada... ou trabalho, o que você preferir.

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